domingo, 28 de novembro de 2010

WWF-Brasil e o Aquecimento Global.

Hoje venho apresentar a vocês um excelente projeto, o WWF-Brasil.

"O WWF-Brasil é uma organização não-governamental brasileira dedicada à conservação da natureza com os objetivos de harmonizar a atividade humana com a conservação da biodiversidade e promover o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos de hoje e das futuras gerações."

Bacana não? Então acesse o site e acompanhe esse belo projeto 
http://www.wwf.org.br/

E do canal WWF-Brasil no Youtube vem nosso vídeo de hoje!
                                              

                                            Aquecimento Global

sábado, 27 de novembro de 2010

Pesquisadores descobrem nova espécie de lula.



GENEBRA — Uma nova espécie de lula, de 70 cm de comprimento, foi descoberta por pesquisadores em águas profundas do oceano Índico, durante uma expedição que permitiu reencontrar 70 espécimes já catalogadas, informou nesta segunda-feira a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).
A nova lula foi identificada entre os 7 mil animais pescados pelos cientistas da UICN durante esta expedição, no ano passado, no sul do Índico, precisou a organização sediada em Gland (Suíça).
Da família dos Chiroteuthidae, a lula vive em águas profundas, tem uma coloração marrom e é dotada de órgãos que lhe permitem produzir luminescência para atrair suas presas.

Fonte: 
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jy9A273eiMqONJEbMZybu8Ntf_5w?docId=CNG.9f6eadeab4084c8928f362cde9f685dd.221

Os maiores testículos da Terra.


Cientistas descobriram que os testículos dos grilos representam 14% do seu peso corporal. Isso faz com que eles tenham o título de maiores testículos do mundo, proporcionalmente.
Em um estudo das estratégias de acasalamento dos grilos, no entanto, os pesquisadores descobriram que eles liberam pequenas quantidades de esperma a cada vez que cruzam. Mas isso parece um contrasenso, não? Afinal, se eles possuem grandes testículos, é para produzir mais esperma.
Foi então que os cientistas descobriram que essa estratégia é feita para que os machos possam cruzar com mais fêmeas, tendo maiores chances de passar a sua genética adiante.
Outras pesquisas já indicaram que o tamanho do testículo de determinadas espécies de animais é diretamente proporcional à quantidade de parceiras que os machos têm.

Antigamente considerava-se que o animai recordista era a drosófila, a famosa mosca da fruta, com aproximadamente 10% do peso do seu corpo sendo
dos testículos.











Fonte: 
http://hypescience.com/grilos-sao-os-donos-dos-maiores-testiculos-da-terra-proporcionalmente/

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Pesquisa identifica 5 novas espécies de lagartos no Pará.

                                              Olha a cara de felicidade do garoto! :~

A conclusão de um estudo no Pará levou à descoberta de 5 novas espécies de lagartos do grupo 
Anolis chrysolepis. A partir da análise da pesquisadora Annelise DAngiolella, feita em parceria pelo Museus Paraense Emílio Goeldi e pela Universidade Federal do Pará, os animais deixaram de ser considerados como subespécies e foram elevados ao status de espécies.

A pesquisadora avaliou dados moleculares e morfológicos dos animais para chegar à conclusão. Estudou, por exemplo, a quantidade de escamas, a cor do papo e o tamanho do corpo dos lagartos para determinar as novas espécies.

No total, foram analisadas 359 exemplares de animais, entre répteis e anfíbios, para identificar diferenças e semelhanças na classificação taxonômica. De acordo com a pesquisadora, a Amazônia é o "berço" desse tipo de lagarto, cujo grupo é reconhecido por ter cabeça curta e papo pequeno ou médio.

Dependendo da espécie, os animais se distribuem na Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, além do Amazonas, do Mato Grosso, do Acre, do Amapá e do Pará, no Brasil. Fora do bioma amazônico, também podem ocorrer em estados do Nordeste e do Centro-Oeste.


Fonte: http://www.portalms.com.br/noticias/detalhe.asp?cod=959596411

Expedição francesa e indonésia descobre novas espécies na Papuásia-Nova Guiné.


Um peixe cavernícola sem olhos e uma rã que transporta os seus pequenos ao dorso fazem parte das novas espécies descobertas por investigadores franceses e indonésios, numa região extremamente selvagem da Papuásia-Nova Guiné.

As espécies foram identificadas em grutas profundas, em rios subterrâneos e na floresta do maciço cársico de Lengguru, na parte indonésia da região.

Durante sete semanas, a equipa pluridisciplinar de cientistas – que incluiu biólogos, hidrogeólogos, paleontólogos, arqueólogos, entre outros – enfrentou um grande desafio físico para explorar o imenso “labirinto de ecossistemas isolados” onde as espécies puderam ficar protegidas durante milhões de anos.

Foi numa gruta até agora inexplorada que os investigadores encontraram uma nova espécie de peixe que se adaptou às condições extremas, perdendo a sua pigmentação e os olhos. “Trata-se, segundo aquilo que sabemos, do primeiro peixe cavernícola descoberto na Papuásia-Nova Guiné”, salientou Laurent Pouyaud, investigador do Instituto de Investigação e do Desenvolvimento (IRD), em Montpellier.

“Em termos de descobertas, tudo ou quase tudo ainda está por fazer naquela região de muito difícil acesso mas que tem uma biodiversidade excepcionalmente rica”, disse Laurent Pouyaud. O cientista disse ainda que os seus colegas vão oficializar as suas descobertas publicando os seus estudos nos próximos meses.

Lançada durante o Ano Internacional da Biodiversidade, a expedição Lengguru-Kaimana 2010 foi “a primeira etapa de um programa de investigação de grande envergadura” realizado pelo IRD, Ministério indonésio dos Negócios Marítimos e Instituto indonésio das Ciências, com a ajuda de associações e de parceiros privado
s.

P.S: A região Papuásia-Nova Guiné tem uma biodiversidade excepcionalmente rica.

Fonte: 
http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1468228

Obs: Infelizmente ainda não existem fotos das novas descobertas :(

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Amoras se expandem pelas ilhas e ameaçam a existência da escalésia.


O cacto não é uma árvore como outra qualquer. Ele cresce, mais ou menos, um centímetro por ano e um metro, a cada século. Se ele tiver uns cinco metros de altura, tem pelo menos 500 anos de idade. E nós encontramos uma floresta de cacto que passou os últimos séculos crescendo lenta e livremente. Os cactos vivem com pouca água e se mantêm livres de invasores com a robustez de seus espinhos.
Em geral, é mais fácil ser um cacto que uma escalésia. Ela é outra planta que só existe em Galápagos, mas que vem correndo riscos e precisa ser replantada. E quem são os vilões dessa história? As amoras foram introduzidas nas ilhas e se espalharam rapidamente. Elas são fortes e destrutivas. Estão acabando com boa parte da vegetação natural. E as armas na luta pela recuperação da floresta são o facão e a força de trabalho.
Você pode imaginar: “as amoras parecem tão inofensivas”. Já o coordenador de restauração do Parque das Ihas Galápagos, Sixto Naranjo, diz que elas sugam os nutrientes, sufocam as escalésias e interrompem uma importante cadeia ecológica das ilhas.
É só um exemplo do esforço generalizado de guias e cientistas, para que Galápagos seja para sempre. Sem interferências externas, ela sabe se reinventar direitinho.
Obrigado aos artistas galapaguenhos desse Globo Repórter, às iguanas marinhas e terrestres, às tartarugas marinhas e terrestres. Abraço especial ao George, aos atobás de pata azul, a todos os apaixonados destas ilhas. Para os lobos marinhos, uma salva de palmas, porque eles merecem. E ao nosso guia Andrés, que é um pouco disso tudo.
Mesmo vivendo em Galápagos, Andrés revela que ainda se surpreende com toda a natureza local. “É sempre surpreendente. Todo dia é uma maravilha. Todo dia tem coisa nova, é uma harmonia também para poder desfrutar da vida e saber que temos de proteger esse lugar. É único”, aponta o guia.
Charles Darwin se orgulharia de reencontrar esse cantinho do planeta que tanto o impressionou, onde a vida evolui.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2010/11/amoras-se-expandem-pelas-ilhas-e-ameacam-existencia-da-escalesia.html

Descoberto na Espanha um "inseto CSI".


Um estudo espanhol revela que uma nova espécie de inseto, chamada "Prochyliza nigricornis", sente uma atração "forte" por cadáveres em estado de decomposição avançado, podendo, assim, ser arma para a ciência forense na resolução de casos policiais.
Até agora, julgava-se que este inseto era uma mosca que vivia na Alemanha, Eslováquia, Holanda, Reino Unido, República Checa e Suíça, mas o estudo realizado, recentemente, pelo Instituto de Pesquisa de Ciências da Universidade de Alcalá de Henares, descobriu esta espécie na região central de Espanha.
O fato deste novo inseto praticar a necrofagia, é uma "ajuda valiosa" para a polícia forense, já que esta família de insectos é "importante" para avaliar o estado "pós morte" de cadáveres em estado de decomposição, explica o cientista Martin-Vega.
"Prochyliza nigricornis" diferencia-se da maioria dos insetos que, também, se alimentam de cadáveres, pois a sua anatomia é distinta das restantes 11 espécies necrófagas que existem na Península.
A Universidade de Alcalá pretende aplicar os resultados das pesquisas de forma eficiente nos processos policiais e, para isso, estabeleceu um acordo com a polícia científica.
Descoberto em Espanha um "insecto CSI"







Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1717489